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domingo, fevereiro 25, 2007

REFLEXÕES SOBRE O FASCINANTE MUNDO DAS ALHEIRAS

Não sei porquê, mas hoje acordei com esta imagem na cabeça...
Alheiras, belas alheiras gordinhas e apetitosas, todas a olharem para mim e a rirem-se felizes, tentando-me e sussurrando-me: "pssst! pssst" Come-me, vá lá come-me toda".
Esta imagem tem a dupla vantagem de aliar uma forte carga erótica e também gastronómica, o que é matar dois coelhos de uma cajadada só.
Com esta imagem na mente, resolvi, deste modo, analisar os meandros e os segredos jamais revelados, do fascinante mundo das alheiras, com uma abordagem digna de figurar no National Geographic Channel.
Uma alheira é uma alheira... Com esta verdade inquestionável, digna de La Palice, inicio a abordagem à problemática das alheiras, tendo como ponto de partida, o seu habitat natural.
As alheiras selvagens, vivem felizes nas montanhas e vales que rodeiam a cidade de Mirandela, correndo alegremente pelos campos, excepto quando pressentem na sua proximidade, o seu inimigo natural, o Homem.
O Homem adora alheiras... O Homem sabe que as mais saborosas são as selvagens, as afamadas alheiras de caça, sub-espécie das alheiras que sai à noite das suas tocas e se alimenta de lebres, coelhos e perdizes, o que contribui para a ausência de gordura nas mesmas, uma vez que praticam muito exercício, de modo a estarem em forma para apanharem de modo furtivo, as suas presas.
Existem também as alheiras criadas em cativeiro, mais gordas e menos saborosas, que se alimentam essencialmente de suínos de aviário, mas que não se comparam às alheiras de caça.
As alheiras, são bichos extremamente sexuais; copulam umas como as outras com frenesi, como se não houvesse amanhã, fazendo corar de vergonha os coelhos, uma vez que numa só noite, a alheira macho consegue copular com mais de 50 alheiras fêmea, sem perder o vigôr...
Quando abre a época de caça (em meados de Abril), Mirandela enche-se de centenas de caçadores, que vêm em busca de levar para casa, o troféu mais desejado: alheiras de caça.
Para isso, os caçadores utilizam um recurso engenhoso: treinam com dedicação, linguiças esfaimadas, que vivem para o momento em que descobrem os covis das alheiras, suas inimigas naturais.
Assim que abre a época oficial de caça às alheiras, os caçadores invadem os campos, com dezenas de linguiças à frente, para poderem caçar apreciadas alheiras de caça.
Nessas alturas, as alheiras tornam-se animais nocturnos, evitando sair de dia, para não terem de enfrentar os seus predadores.
São dias de muito medo e angústia para as alheiras...
Paulatinamente, com o passar dos anos, as alheiras selvagens conseguiram descobrir um meio de escapar aos caçadores, adquirindo propriedades miméticas, tal como os camaleões e camuflando-se de... Farinheiras!
Sim, é o único meio que, no processo evolutivo da espécie, as alheiras tiveram para poderem sobreviver,uma vez que as farinheiras são uma espécie protegida e a sua caça, no seu habitat natural é protegida legalmente.
As alheiras são assim, um bicho admirável, cuja vida merecia ser melhor estudada, como meio de compreendermos essa espécie, cuja vida é verdadeiramente fascinante.

1 comentário:

Sandra disse...

:))))

bigadinhu knoppix, hoje ó jantar bou kemer ALHEIRAS, grelhadas, hummmmmm adoroooooooooooooo :))

oya diz macoisa, as alheiras funcionam como...aiiiiiiii q raiba q me falta a palavra...grrrrrrrrrrrrr tá debaixo da lingua mas num sai...AFRODISIACOS...TXARAAMMMMMMM CUNSEGUI DEZER :))...FUNCIONAM COMO AFRODISIACOS Ó NÃUM???

xinhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuus pa tu da lua