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quarta-feira, janeiro 31, 2007

A CULPA FOI DO CONTRACEPTIVO...

Torna-se cansativo ouvir os defensores do "sim" a falar das falhas dos métodos contraceptivos. É claro que eles falham, toda a gente sabe disso. É precisamente por toda a gente saber disso que esse deixa de ser um argumento válido.

Imagine que vai a uma ervanária e pede um creme para a celulite. A proprietária da ervanária diz-lhe "tenho aqui um creme óptimo que funciona em 99% dos casos, mas tenha cuidado porque existe uma pequena percentagem de provocar alergia". Você pensa "vale a pena correr o risco" e vai para casa experimentar. Azar dos azares, provocou a alergia. Quem assume a responsabilidade pela alergia? A proprietária da ervanária, a empresa que fabricou o creme, ou você, que sabia que poderia provocar alergia mas mesmo assim correu o risco?

O mesmo se passa com os métodos contraceptivos. Se nós sabemos que há riscos e mesmo assim os usamos, teremos então de assumir as consequências desses riscos. É claro que neste caso não é uma alergia. É um filho. Mas sabe: a alergia é uma doença. Um filho é uma benção.

Se mesmo assim este argumento não lhe serve pense o seguinte:
1. Se não confia totalmente na pílula ou no DIU use também o preservativo. As probabilidades de engravidar passam a ser de 1/10000.
2. Se está a tomar antibióticos juntamente com a pílula, use o preservativo.
3. Se o preservativo rompeu tome a pílula do dia seguinte.
4. Se o seu parceiro se nega a usar preservativo ou não o pode fazer, use um diafragma ou um preservativo feminino.

Acima de tudo, você é uma pessoa consciente dos seus actos e dos riscos que corre e, portanto, deve assumir as consequências desses riscos. Não existe liberdade de escolha sem existir responsabilidade pelos nossos actos. Não temos apenas direitos. também temos deveres.


Texto retirado do Blog Direito a Viver

7 comentários:

Anónimo disse...

sabes, as pessoas só sabem quanto lhes custa certas coisas, nomeadamente a falha de contraceptivos quando lhes acontece. espero k nunca tenhas tido esse azar, pois caso o tenhas tido, k isso n te venha ter prejudicado a tua vida.

KNOPPIX disse...

Anónimo, isso para mim não é motivo suficiente para por termo a uma vida em formação.

Anónimo disse...

dizes isso tambem porque estás bem na vida... se fosses aí um zé coitado keria ver se trarias um filho a este mundo cruel... n sabes o k dizes

KNOPPIX disse...

Anónimo, o Aborto nunca é uma solução, apenas o adiar de um problema... Lamento, mas não concordo contigo, o aborto não deve ser um método de planeamento familiar.

Anónimo disse...

...o aborto não deve ser um método de planeamento familiar...

Preveni-los é um método de planeamento familiar. Caso n saibas, se acontecer um azar como um metodo contraceptivo falhar e n quereres engravidar, o planeamento familiar a que toda a gente pode recorrer nos centros saude resolvem-te o problema, seja co, pilula do dia seguinte ou outros metodos. Pois, o aborto só n é um metodo de planeamento familiar porque a lei n o permite, assim como a lei permite o uso de pilula do dia seguinte que qualquer pessoa pode comprar nas farmacias. Assim que a lei permitir o aborto ( espero k sim ) irá ser...
Não é para ti!

Se te estavas a falar de planeamento familiar de n destruir familias, engranas-te. Porque o aborto n é nada mais do que prevenir despesas.

Anónimo disse...

"É claro que eles falham, toda a gente sabe disso. É precisamente por toda a gente saber disso que esse deixa de ser um argumento válido."
Não estou bem a ver a lógica disto, mas enfim...

Pareces tão certo das tuas palavras, tão sabedor, quase detentor de uma moral superior e iluminada, destinada a esclarecer a classe operária.
Comparar métodos contraceptivos com cremes anticelulíticos dispensa comentários.
Como toda a gente sabe que os métodos contraceptivos são falíveis, então o melhor é não usá-los, será?

Daniela Mann disse...

Agora foi-nos dado o direito de decidir se os nossos filhos devem nascer, ou não...
Quem sabe, se um dia destes, será dado aos nossos filhos o direito de decidirem se devemos continuar a viver, ou não...